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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Hamburgueria do Bairro é top!!

Parece que agora aparecem que nem pipocas. São já várias as hamburguerias espalhadas um pouco por toda a capital e esta é, sem dúvida, uma daquelas que se deseja voltar e ainda nem saímos do espaço.


Falo da Hamburgueria do Bairro, de ambiente clean e decoração depurada. Está localizada no Príncipe Real e encontrar estacionamento para a viatura é o único inconveniente.
A carne é tenra e suculenta, os ingredientes que a acompanham são frescos, o pão é óptimo e as batatas fritas são caseiras.
O preço é bastante acessível, cerca de 6€ por prato e podem acompanhá-lo por uma bela limonada.


Todos os meses têm o hamburguer do mês, o de Novembro com o nome "Caco", e deliciem-se: bolo do caco, manteiga de alho, 160gr brutos, rúcula, queijo brie e tomate frito (eu própria já estou a suspirar).
Para além deste, têm 11 hamburguers diferentes. O difícil é escolher.
Tenho também a dizer que o atendimento é fantástico.


 Para mais info, basta irem ao site aqui.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Ikea Hottel: o primeiro no mundo!

Desde que descobri o Ikea, que sou fã incondicional. Tenho para mim que era capaz de lá passar os meus dias, ou quem sabe até, mudar-me para lá. Está sempre tudo tão arrumadinho, limpinho, iluminado e harmonioso...
Mesmo quando sei o que quero, faço questão de dar o meu passeio turístico pela loja. Chamem-me parola, mas tenho a certeza que seria muito feliz a habitar um espaço diferente todos os dias. E como eu, existem muitas outras pessoas que partilham o mesmo sentimento, confessem!!!

E esta conversa toda veio a propósito de quê, perguntam vocês? 
 
Nos próximos dias 18 e 19 de Agosto, estará aberto no Jardim da Estrela (Lisboa), o primeiro hotel Ikea ao ar livre do mundo, feito sem paredes e decorado com materiais da marca. E qual o nome? IKEA HOTTËL.
Esta iniciativa insere-se na apresentação do novo catálogo Ikea e a marca é patrocinadora oficial do programa "Lisboa na Rua".
Este hotel conta com 26 quartos, cada um atribuído aos vencedores de um passatempo que decorreu na página do facebook do Ikea, que terão a possibilidade de dormir ao relento, MAS com todo o conforto Ikea.
 
 

 
Haverá ainda, durante todo o fim-de-semana, diferentes actividades culturais relacionadas com a marca e ainda música sueca a cargo de Amanda Mair, que se estreia pela primeira vez em Portugal.
Mesmo que não tenham sido contemplados com um quartinho Ikea à luz da lua, não deixem de passar pelo Jardim da Estrela, nem que seja para se porem a par das novidades para 2013 e passar um fim-de-semana diferente do habitual.

A entrada é gratuita!!!

Lisboa: a quanto nos obrigas

Em Julho, recebi uma visita especial de duas amigas portuguesas que se encontram a viver nos Estados Unidos.
Conheci-as há sensivelmente um ano e meio, quando visitei Manhattan. 
Aquando da sua chegada, fui requisitada para fazer um tour por Lisboa. Não sou lisboeta, mas sinto-me como uma, devido às vivências e experiências dos tempos de faculdade, em que qualquer tempo livre era aproveitado para conhecer e explorar novos lugares, novos espaços, novas pessoas, ... Mostrei-lhes então aqueles lugares que mais adoro, que tanto me aquecem o coração e que tão boas recordações me trazem. 
Penso que ficou a vontade de voltar e explorar um pouco mais desta cidade, já que dois dias não chegam para sentir e viver tudo o que a capital tem para oferecer.  Não existe cidade igual no mundo.



















Créditos: 
Primeiro dia: jantar no In Rio, Rossio, Morangoskas no Bairro Alto e descida até ao Cais do Sodré.
Dia seguinte: Miradouro da Graça, Castelo de São Jorge, Portas do Sol, Alfama, almoço no Casanova em Santa Apolónia, Feira da Ladra, Panteão Nacional, Pasteis de Belém, Torre de Belém, Padrão dos Descobrimentos, Fundação Champalimaud e para os mais resistentes, um pézinho de dança no Optimus Alive.
Último dia: Parque das Nações, Baixa, Chiado, Miradouro de Santa Catarina, Bica, Bairro Alto (durante o dia), Miradouro de São Pedro de Alcântara, gelado no Santini (este não podia falhar), Convento do Carmo e elevador de Santa Justa.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Vila Berta: um segredo bem guardado

Este ano, em consequência das actividades festivas lisboetas, descobri um espaço muito agradável na Graça: a Vila Berta. 
Esta vila foi concluída em 1902, sendo o projecto e construção da autoria do arquitecto Joaquim Francisco Tojal.
A Vila Berta insere-se maioritariamente no domínio do património industrial pelos materiais utilizados, como o ferro e os azulejos de estampilha, resultantes de um período de laboração industrial. 

A Vila Berta é classificada pelo IGESPAR como Imóvel de Interesse Público e foi baptizada com o nome da filha de Tojal. Está localizada numa rua perto do largo da Graça.

Podia dizer que a descobri por puro acaso, enquanto deambulava pelos bairros típicos, mas não. Tive ajuda. Caro Dani, obrigada por me teres falado na Vila, caso contrário, ia continuar a passar despercebida.

A rua estava decorada a rigor para celebrar o Santo António. Havia sardinha assada, bifanas, caracóis, bacalhau, chouriço assado, ...

Se tiverem oportunidade, aproveitem estes dias para lá passar e apreciar.




 * Fotos retiradas do site do IGESPAR.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Alentejando

O tão esperado fim-de-semana chegou. Passamos uma semana a tentar decidir para onde ir ou se ir, já que nestas alturas, tudo o que tem algum potencial turístico, está cheioooo de gente. E eu odeio confusão.
Em cima da hora, acabamos por decidir ir até ao Alentejo, depois de termos pensado em praia, em neve, ... no entanto, a escolha não podia ter sido mais certeira.
Primeira paragem: Vendas Novas para a afamada bifana, até agora desconhecida por mim. Paragem obrigatória no Café da Boavista, na estrada nacional que atravessa a cidade. Carne tenra e saborosa.
Destino: Santa Vitória do Ameixial. Uma simpática aldeia, tipicamente alentejana, nos arredores de Estremoz.
Visita à cidade:

Largo da Pousada Santa Isabel.

Edificios históricos em Estremoz.

Paragem seguinte: Vila Viçosa. Outro local de visita obrigatória, nomeadamente pelo seu Palácio Ducal, onde viveram os duques de Bragança durante vários séculos. 
Uma tranquilidade extrema :)



Vila Viçosa

Jardim da Pousada D. João IV em Vila Viçosa.

Seguir até ao Alandroal. Bonita povoação e com um óptimo restaurante de comida tipicamente alentejana: A Maria. Desde o queijo amanteigado, aos pimentos assados com alho, o ensopado de borrego, o entrecosto frito com migas alentejanas, a tarte de noz e as farófias: "o difícil é escolher", dizia a dona. Já para não falar na decoração tão única. A Maria merece uma visita.


 Alandroal

Restaurante "A Maria", Alandroal.

Próxima paragem: Terena. Ok...nunca tinha ouvido falar e paramos por mero acaso. Valeu a subida ao castelo pela vista.



Terena

No caminho de regresso a casa, paragem na serra da Ossa para visitar o Convento de São Paulo. Este Convento foi erguido pelos monges da ordem de São Paulo Eremita. Actualmente alberga um hotel de charme e pode ser visitado por todos. "Detém um dos mais notáveis núcleos de painéis de azulejos do país, com temas bíblicos e do hagiológio cristão da autoria de artistas anónimos de Lisboa (século XVIII). Mais de 54.000 azulejos, baixos-relevos em terracota e outras preciosidades como a fonte florentina das quatro estações e a Igreja Velha que justificou a sua classificação de interesse público e monumento nacional."
E com uma vista de cortar a respiração.



Convento de São Paulo, Serra  da Ossa.

Fim do dia: lareira e filmes, a chuva lá fora e o cansaço que era mais do que muito, naturalmente.

No dia seguinte: "Vamos ali a Espanha e já voltamos." Badajoz está diferente daquilo que me lembrava. Deu para um passeio cultural, social, consumista e por aí fora. Foi uma tarde bem passada e fica a menos de 1h de Estremoz.


Badajoz

O Alentejo tem muito para oferecer e fica a um saltinho de Lisboa. Pessoas simpáticas, paisagens de cortar a respiração, terras com história, planícies com enormes contrastes, gastronomia fantástica.

Foram muitas as coisas que ficaram por visitar, com promessa de um regresso para breve.

Estremoz

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Diário de bordo

Na 5a feira, ao final da tarde, rumamos até terras algarvias. Troca aqui, troca ali, muda a música, diz uma piada, procura um sitio para jantar, ... a viagem fez-se em menos de nada.
Decidimos jantar num restaurante perto de São Brás de Alportel, Adega Nunes, que recomendo vivamente. Comidinha caseira da boa que vai variando consoante o dia da semana. Para quem gosta: bochechas de porco guisadas e iscas, acompanhadas pelo belo vinho da casa. Melhor não se pode pedir e o preço ronda os 12€ por pessoa com sobremesas e entradas (azeitonas, queijinho do bom e pão).
Ficamos instalados ali para os lados de Tavira, numa zona em que a praia se funde com o campo. Muitoooo bonito. Por momentos pensei estar no Ribatejo.

O palácio.

O "Ribatejo" do Algarve.

No dia seguinte, rumámos até ao centro de Tavira, onde tomámos o pequeno-almoço/almoço, numa praça no centro da cidade. 


Centro de Tavira.

Depois de um passeio pelos principais pontos da cidade, fomos até a praia do Barril, que não podia não mencionar. É um género de tesouro perdido algures no Algarve. Para lá chegarmos, temos de apanhar um comboio, mas vale realmente a pena. O acesso à praia também pode ser feito a pé e demora cerca de 15/20 minutos, mas o comboio tem outro sabor e custa 1.20€ por viagem.





Tivemos direito a jantarinho caseiro em casa: Peixinho no forno. Estava uma delicia!
No meio de tanto passeio, ainda houve tempo para trabalhar e para fazer serão em frente à lareira.
Sábado: pequeno almoço tardio, visita arquitectónica (casinha recuperada onde o antigo se funde com o contemporâneo), Pego do Inferno (uma queda de água perdida no meio de mil laranjeiras, mas que vale a pena visitar, com a benesse de se trazer umas tangerinas para trincar no caminho de regresso), Castro Marim (visita ao castelo) e por fim, por do sol em Monte Gordo com direito a umas belas conquilhas.







Ao jantar, jogo do Benfica e peixinho e chocos grelhados que estavam maravilhosos. Mais um serão de lareira e trabalho. É sempre bom poder aliar as duas coisas.

Domingo: último dia, dia de chuva e dia de limpar e arrumar a tralha para voltar a Lisboa. Como desde 5a feira que não me calava com o Palácio de Estói, que foi reabilitado há pouco tempo pelo arquitecto Gonçalo Byrne, e como gostava tanto de o visitar, lá fomos nós. Fiquei maravilhada com o Palácio, já com a ampliação, nem tanto. 
Trata-se de uma Pousada de Portugal e sinceramente, pela vista, pelo Palácio em si, pelos jardins, vale a pena.













Chegada a Lisboa à hora de jantar: my time to cook. 
Estava de rastos, mas valeu cada momento. Não podia ter pedido mais.