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domingo, 30 de março de 2014

Coisas boas do fim-de-semana

A semana passada entrei numa pré-dieta, isto é, uma mentalização de que sacrifícios terão de ser feitos entretanto. O entretanto é amanhã, uma vez que terei consulta com um nutricionista. Modernices. Nunca me preocupei muito com isso, confesso, mas o metabolismo já não é o que era, por isso, vamos lá tentar contrariar a gravidade.

Ele é papas de aveia, idas ao ginásio, cortes nos hidratos de carbono, ... um verdadeiro pesadelo, mas dizem por aí "no pain no gain" e é nisso que penso todos os dias quando o despertador toca as 7h30.

Posto isto, este fim-de-semana quebrei a dita da pré-dieta e fui almoçar a um sitio muito interessante na Nazaré que se chama Taverna do 8 ó 80. Já lá tinha ido uma vez lanchar, imaginem. Depois choro. E fiquei agradavelmente agradada naquele dia, pelo serviço, pela vista, pelo espaço e pela comida em si.

Ontem voltei. Ficamo-nos pelas tapas que são de comer e chorar por mais. Ainda pisquei o olho ao naco de carne na pedra, só que a coisa não se deu. Fica para a próxima.

Pois bem...torricado, ovos mexidos com farinheira, pimentos padrón, queijo chevre no forno com mel e amêndoas, ... E as sobremesas? Escolha difícil... Acabei por escolher um crumble de frutos do bosque, que vinha em camadas num copo. Uma verdadeira delicia.

Para os apreciadores de gin, não percam as mais de 40 variedades que o restaurante têm para oferecer e o mais engraçado, preparam a bebida na vossa mesa. Digno de ser ver :)

Acabar a tarde em grande: uma ida até ao areal da praia do Norte e no fim, a vista do farol de onde se pode observar as famosas ondas surfadas pelo Garrett McNamara. Óptimo para digerir o almoço :)





segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Hamburgueria do Bairro é top!!

Parece que agora aparecem que nem pipocas. São já várias as hamburguerias espalhadas um pouco por toda a capital e esta é, sem dúvida, uma daquelas que se deseja voltar e ainda nem saímos do espaço.


Falo da Hamburgueria do Bairro, de ambiente clean e decoração depurada. Está localizada no Príncipe Real e encontrar estacionamento para a viatura é o único inconveniente.
A carne é tenra e suculenta, os ingredientes que a acompanham são frescos, o pão é óptimo e as batatas fritas são caseiras.
O preço é bastante acessível, cerca de 6€ por prato e podem acompanhá-lo por uma bela limonada.


Todos os meses têm o hamburguer do mês, o de Novembro com o nome "Caco", e deliciem-se: bolo do caco, manteiga de alho, 160gr brutos, rúcula, queijo brie e tomate frito (eu própria já estou a suspirar).
Para além deste, têm 11 hamburguers diferentes. O difícil é escolher.
Tenho também a dizer que o atendimento é fantástico.


 Para mais info, basta irem ao site aqui.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Lisboa: a quanto nos obrigas

Em Julho, recebi uma visita especial de duas amigas portuguesas que se encontram a viver nos Estados Unidos.
Conheci-as há sensivelmente um ano e meio, quando visitei Manhattan. 
Aquando da sua chegada, fui requisitada para fazer um tour por Lisboa. Não sou lisboeta, mas sinto-me como uma, devido às vivências e experiências dos tempos de faculdade, em que qualquer tempo livre era aproveitado para conhecer e explorar novos lugares, novos espaços, novas pessoas, ... Mostrei-lhes então aqueles lugares que mais adoro, que tanto me aquecem o coração e que tão boas recordações me trazem. 
Penso que ficou a vontade de voltar e explorar um pouco mais desta cidade, já que dois dias não chegam para sentir e viver tudo o que a capital tem para oferecer.  Não existe cidade igual no mundo.



















Créditos: 
Primeiro dia: jantar no In Rio, Rossio, Morangoskas no Bairro Alto e descida até ao Cais do Sodré.
Dia seguinte: Miradouro da Graça, Castelo de São Jorge, Portas do Sol, Alfama, almoço no Casanova em Santa Apolónia, Feira da Ladra, Panteão Nacional, Pasteis de Belém, Torre de Belém, Padrão dos Descobrimentos, Fundação Champalimaud e para os mais resistentes, um pézinho de dança no Optimus Alive.
Último dia: Parque das Nações, Baixa, Chiado, Miradouro de Santa Catarina, Bica, Bairro Alto (durante o dia), Miradouro de São Pedro de Alcântara, gelado no Santini (este não podia falhar), Convento do Carmo e elevador de Santa Justa.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Wonderland Parties

Hoje quero apresentar-vos a Wonderland Parties.

Trata-se de um projecto de duas amigas, a Vera e a Dânia, unidas não só pela profissão, bem como pela outra profissão que é serem mamãs a quase tempo inteiro e ainda pelo gosto pela culinária e decoração da festa. 
A pedido, começaram por fazer doces,salgados e afins, mas aos poucos foram-se apaixonando por tudo o que envolve as festas de aniversário, nomeadamente as decorações!




Assim sendo, elas tratam de tudo, pois bem sabem como é difícil tratar da casa, trabalhar, ser mãe, pai e ainda ter uma vida social activa.

O conceito da Wonderland Parties passa por aqui: 

"Vai jantar a casa de uns amigos e ficou de levar a sobremesa? Vai fazer anos e não tem tempo de preparar os doces e salgados? A decoração nem lhe passou ainda pela cabeça? Fale connosco, nós tratamos de tudo! Fazemos todo o tipo de sobremesas caseiras, salgados e até confeccionamos alguns pratos. Sem falar da decoração que pode deixar à nossa inteira responsabilidade."




Passem pela página da Wonderland Parties no Facebook, façam gosto e deliciem-se com esta maravilha!!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Vila Berta: um segredo bem guardado

Este ano, em consequência das actividades festivas lisboetas, descobri um espaço muito agradável na Graça: a Vila Berta. 
Esta vila foi concluída em 1902, sendo o projecto e construção da autoria do arquitecto Joaquim Francisco Tojal.
A Vila Berta insere-se maioritariamente no domínio do património industrial pelos materiais utilizados, como o ferro e os azulejos de estampilha, resultantes de um período de laboração industrial. 

A Vila Berta é classificada pelo IGESPAR como Imóvel de Interesse Público e foi baptizada com o nome da filha de Tojal. Está localizada numa rua perto do largo da Graça.

Podia dizer que a descobri por puro acaso, enquanto deambulava pelos bairros típicos, mas não. Tive ajuda. Caro Dani, obrigada por me teres falado na Vila, caso contrário, ia continuar a passar despercebida.

A rua estava decorada a rigor para celebrar o Santo António. Havia sardinha assada, bifanas, caracóis, bacalhau, chouriço assado, ...

Se tiverem oportunidade, aproveitem estes dias para lá passar e apreciar.




 * Fotos retiradas do site do IGESPAR.


quarta-feira, 2 de maio de 2012

A descoberta: chás da Rituals

Para os amantes de chá, não deixem de passar pela Rituals, que para além de todos aqueles produtos para o corpo, têm também chás maravilhosos: em saquetas ou em folhas.
Desta vez, dou a conhecer o chá de rosas e gengibre, que é para lá de extraordinário. O  sabor subtil deste último ingrediente, dá-lhe aquele toque especial e único.




São Martinho

Para quem andar pelo Oeste Selvagem, não pode deixar de visitar a maravilhosa baía de São Martinho.
Um passeio pelo areal, os desportos que aí se podem praticar, o óptimo marisco para quem aprecia, os belos edificios espalhados um pouco por toda a vila, ...


Ontem decidi ir ao Hotel Palace do Capitão, que funciona também como Casa de Chá. Há muito que o queria fazer, só que ainda não tinha surgido oportunidade.

O edificio foi edificado em 1917 e o projecto é da autoria de Ernesto Korrodi. O palacete é um exemplo de Arte Nova e pertencia ao Capitão Jaime Granger Pinto.
Foi reabilitado em 2007 pelos arquitectos Sousa Lopes, tendo o projecto ganho o prémio Eugénio dos Santos, da autarquia de Alcobaça.
Das escadarias aos murais e vitrais, passando pelos gessos que adornam os tectos, nenhum pormenor foi descurado. A decoração dos interiores também se manteve fiel ao original.
Enquanto se aprecia este belo exemplar arquitectónico e se desfruta da vista para a baía, podemos deliciar-nos com um belo lanche. Entre bolos, scones e crepes, acompanhados por um chá ou um batido, mandamos vir tudo, tal era a indecisão na escolha.







segunda-feira, 9 de abril de 2012

Alentejando

O tão esperado fim-de-semana chegou. Passamos uma semana a tentar decidir para onde ir ou se ir, já que nestas alturas, tudo o que tem algum potencial turístico, está cheioooo de gente. E eu odeio confusão.
Em cima da hora, acabamos por decidir ir até ao Alentejo, depois de termos pensado em praia, em neve, ... no entanto, a escolha não podia ter sido mais certeira.
Primeira paragem: Vendas Novas para a afamada bifana, até agora desconhecida por mim. Paragem obrigatória no Café da Boavista, na estrada nacional que atravessa a cidade. Carne tenra e saborosa.
Destino: Santa Vitória do Ameixial. Uma simpática aldeia, tipicamente alentejana, nos arredores de Estremoz.
Visita à cidade:

Largo da Pousada Santa Isabel.

Edificios históricos em Estremoz.

Paragem seguinte: Vila Viçosa. Outro local de visita obrigatória, nomeadamente pelo seu Palácio Ducal, onde viveram os duques de Bragança durante vários séculos. 
Uma tranquilidade extrema :)



Vila Viçosa

Jardim da Pousada D. João IV em Vila Viçosa.

Seguir até ao Alandroal. Bonita povoação e com um óptimo restaurante de comida tipicamente alentejana: A Maria. Desde o queijo amanteigado, aos pimentos assados com alho, o ensopado de borrego, o entrecosto frito com migas alentejanas, a tarte de noz e as farófias: "o difícil é escolher", dizia a dona. Já para não falar na decoração tão única. A Maria merece uma visita.


 Alandroal

Restaurante "A Maria", Alandroal.

Próxima paragem: Terena. Ok...nunca tinha ouvido falar e paramos por mero acaso. Valeu a subida ao castelo pela vista.



Terena

No caminho de regresso a casa, paragem na serra da Ossa para visitar o Convento de São Paulo. Este Convento foi erguido pelos monges da ordem de São Paulo Eremita. Actualmente alberga um hotel de charme e pode ser visitado por todos. "Detém um dos mais notáveis núcleos de painéis de azulejos do país, com temas bíblicos e do hagiológio cristão da autoria de artistas anónimos de Lisboa (século XVIII). Mais de 54.000 azulejos, baixos-relevos em terracota e outras preciosidades como a fonte florentina das quatro estações e a Igreja Velha que justificou a sua classificação de interesse público e monumento nacional."
E com uma vista de cortar a respiração.



Convento de São Paulo, Serra  da Ossa.

Fim do dia: lareira e filmes, a chuva lá fora e o cansaço que era mais do que muito, naturalmente.

No dia seguinte: "Vamos ali a Espanha e já voltamos." Badajoz está diferente daquilo que me lembrava. Deu para um passeio cultural, social, consumista e por aí fora. Foi uma tarde bem passada e fica a menos de 1h de Estremoz.


Badajoz

O Alentejo tem muito para oferecer e fica a um saltinho de Lisboa. Pessoas simpáticas, paisagens de cortar a respiração, terras com história, planícies com enormes contrastes, gastronomia fantástica.

Foram muitas as coisas que ficaram por visitar, com promessa de um regresso para breve.

Estremoz